Me procura, qualquer dia desses. Pra conversar, falar sobre o tempo ou sobre o dia, rir à toa ou só pra ficar em silêncio mesmo. Se a nossa música tocar no rádio, você conhecer alguém que tem o meu nome e sentir saudades, me liga. Liga também se não sentir. Liga, mesmo que sejam às três da manhã e que me acorde, nem que eu esteja ocupado e sem poder falar, juro que dou um jeito, nem que o mundo esteja acabando, eu sempre vou ter tempo pra nós dois, só… Liga. Me procura, me acha. Mas não se perde de mim, por favor. […]
domingo, 2 de outubro de 2011
sábado, 1 de outubro de 2011
Joguei no lixo o que me faz mal. Finjo que esqueci das pessoas que acabaram com o meu coração. Quebrei o espelho. Ignorei as opiniões dos outros. Disse pra mim mesma que não iria chorar mais. Iniciei uma caminhada nova, com apenas um passo por vez. Eu mudei. Não pra pior, muito menos pra igual. Eu cresci, não só com os centímetros do meu corpo. Tomei posse da minha vida. Medi as minhas atitudes. Proibi com que as pessoas me fizessem sentir um lixo. Dei valor para o que eu sou. Eu passei a me importar menos para o que os outros acham. Eu assumi que não vou ser semelhante as outros. É, a minha felicidade incomoda pra caralho. Parei de correr atrás. Estendi um sorriso no meu rosto. E fiz questão de fazer com que ele fosse verdadeiro.
Ser adolescente é acordar todos os dias tarde e ainda achar que dormiu pouco; ficar horas com amigos ao telefone e ainda chatear-se quando a mãe reclama; deixar seu quarto todo bagunçado e dizer que não o arrumou por falta de tempo; achar que o mundo gira em torno de si e não o contrário.. mas ser adolescente também é: Querer resolver os problemas do mundo, lutar contra as injustiças sociais, fazer loucuras pelo seu ídolo, amar da forma mais intensa possível, estar rodeado de amigos, ser espontâneo e explosivo.
Eu sou instável. Sou chata quase sempre, tenho bom humor apenas com quem entende minhas piadas. Acordo cedo, mas não tenho disciplina. Sou educada com uns, mas não se engane. Geralmente penso antes de falar, e às vezes falo o que não devia mesmo assim. Talvez seja fácil me distinguir na multidão, talvez não. Depende do quanto você me conhece, e do quanto eu o deixo conhecer.
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