segunda-feira, 3 de outubro de 2011





Desculpa, mas eu resolvi ser forte. Enxuguei o choro e joguei as lágrimas fora. Coloquei um sorriso falso no meu rosto e vou lugar para torná-lo verdadeiro. Irei me tornar mais ignorante do que já sou. Não gostou? Entra pra fila, só não reclama enquanto espera.





Eu falo sério. Com esse jeito estranho e idiota, tudo o que quero é que você perceba que eu não me sairia bem tentando lidar com essa falta que me atinge. Aliás, não seria nada legal fingir que você não faz mais parte da minha vida. Porque você é ela. Os meus sorrisos, meus gritos estranhos, minhas risadas… isso tudo era conhecido como felicidade. Mas agora são conhecidos pelo seu nome

domingo, 2 de outubro de 2011



Eu não quero você na minha cama, não exatamente. Eu quero você na minha cama, no meu sofá, na minha cozinha, contra a minha parede, no meu banheiro, na minha piscina, no meu chão… Eu quero você comigo em todos os lugares.




Me procura, qualquer dia desses. Pra conversar, falar sobre o tempo ou sobre o dia, rir à toa ou só pra ficar em silêncio mesmo. Se a nossa música tocar no rádio, você conhecer alguém que tem o meu nome e sentir saudades, me liga. Liga também se não sentir. Liga, mesmo que sejam às três da manhã e que me acorde, nem que eu esteja ocupado e sem poder falar, juro que dou um jeito, nem que o mundo esteja acabando, eu sempre vou ter tempo pra nós dois, só… Liga. Me procura, me acha. Mas não se perde de mim, por favor. […]